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"Somos filósofos idealistas construindo um mundo melhor"
 
 

Nova Acrópole foi fundada em 1957 em Buenos Aires (Argentina) pelo professor Jorge Ángel Livraga Rizzi (1930-1991), historiador e filósofo. Tendo por base seu caráter filosófico, cultural e social, pautada no voluntariado, encontra-se atualmente em mais de 50 países, nos cinco continentes, reunindo milhares de membros e apoiadores.

Ela reúne em torno dos mesmos princípios e fundamentos as associações dos diferentes países em que se encontram.

Na Bélgica, Nova Acrópole é reconhecida como associação internacional sem fins lucrativos (Real Decreto de 12 de fevereiro de 1990, n.3/12-941/S, de acordo com a lei 25/10/19 do Reino da Bélgica) e está inscrita no Registro Internacional de Associações (ver Moniteur n.48 de 9 de março de 1990, página 4489).  Desde 1992, a presidência da Organização Internacional está a cargo de Delia Steinberg Guzmán.

No Brasil, Nova Acrópole foi fundada por decisão de seus associados, nos termos da legislação brasileira. Sua estrutura associativa garante o respeito à diversidade, à autonomia e à iniciativa de cada um de seus integrantes. E seu funcionamento permite que sua ação se desenvolva com total independência de interesses políticos, religiosos ou financeiros.

 

Declaração Geral 2012

 

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A) Assembléia Geral da Organização Internacional Nova Acrópole (OINA), em sua reunião anual de 2012, na cidade de Guarulhos/SP (Brasil), deseja ressaltar enfaticamente e resolve continuar este ano com o desenvolvimento de seus três pilares que constituem a filosofia, a cultura e o voluntariado.Reconhecendo a necessidade de fortalecer os laços de solidariedade, a Assembléia Geral da OINA entende que a filosofia constitui uma via de conscientização que permite às pessoas o acesso à compreensão da condição humana; que a cultura fortalece a aproximação das diferentes manifestações de conhecimento dos distintos povos que enriquecem nosso planeta; e que o voluntariado se confirma como um método válido de colaboração social que nos integra no amor ao próximo, como uma via prática para alcançar maiores níveis de ajuda, a fim de desenvolver programas que fomentem o diálogo e a convivência. Recomenda a todas as Associações Culturais Nova Acrópole, federadas à OINA, que intensifiquem suas atividades nesses três âmbitos da filosofia, da cultura e do voluntariado, tal como até o presente, mas fortalecendo esses métodos de ação frente à crise atual, que assola o planeta de maneira global ,e onde essas três vertentes de ação humanitária podem colaborar para aliviar um pouco a dor gerada pela crise.
 
B) Como já frisamos em ocasiões anteriores, a Assembléia Geral da OINA entende que a crise econômica e social, que invade de maneira alarmante a Comunidade internacional, tem sua raiz mais profunda na crise de valores morais e éticos. Reconhecendo que tal como se mostra nos informativos elaborados pela Organização das Nações Unidas, uma crise de dimensões globais está afetando o planeta e faz balançar os bancos, as grandes companhias, as grandes empresas, com efeitos devastadores para os cidadãos de todo o planeta, encarecendo o custo de vida, destruindo empregos, gerando pobreza, sem que pareça se vislumbrar uma saída em curto prazo.Recomenda ter presente que, muito provavelmente, a raiz desse descaso econômico e social, pelo qual sofre nossa sociedade, tenha suas causas na deterioração do respeito pelos valores morais e éticos dos últimos anos, e que gerou uma via aberta para a corrupção, que afeta os políticos e empresários. Portanto, urgentemente, faz-se necessária uma recuperação dos valores mais elementares, que sustentam o conceito de dignidade humana, e que a OINA, nos diferentes países onde realiza seu trabalho filosófico, pode promover por meio de conferências e atividades públicas que ajudem na conscientização da necessidade de um rearranjo moral em âmbito planetário.
 
C) Considerando a importância do anuário, publicado em vários países, que por seu intermédio a comunidade internacional pode comprovar o trabalho pautado em valores morais e solidariedade que a OINA realiza em mais de cinquenta países.Reconhecendo que durante mais de dez anos a publicação do anuário de atividades da OINA converteu-se numa referência internacional de nosso trabalho filosófico, cultural e de voluntariado, e que em numerosas ocasiões nosso apoio e trabalho foram solicitados por autoridades dos diferentes países, onde se desenvolve nossa atividade. Recomenda continuar com a publicação e difusão do anuário, nas versões impressa e digital, com a finalidade de seguir promovendo valores, sem esquecer a importância da página web internacional da OINA e as páginas web oficiais de cada uma das associações aderentes.
 
D) Uma vez que que a UNESCO instaurou, durante o mês de novembro, o chamado “Dia Mundial da Filosofia” com importantes implicações nos diferentes países membros desta Organização, e que recomenda sua aplicação no quadro da sociedade civil. Reconhecendo que a OINA vem desenvolvendo, há vários anos, um forte trabalho nesse sentido, celebrando nos países, onde funcionam suas delegações, atividades específicas para o Dia Mundial da Filosofia, durante o mês de novembro, com importante repercussão local e internacional.Recomenda seguir com esse importante trabalho de difusão dos valores filosóficos, considerando que o conhecimento filosófico, como uma arte de viver, é um dos pilares fundamentais das atividades da OINA e um modo de fomentar a máxima dos ensinamentos dos clássicos: “conhece-te a ti mesmo”.
 
E) Considerando que dentro das atividades internacionais realizadas pelos diferentes representantes da OINA, um importante trabalho é a colaboração com órgãos e entidades internacionais, nacionais e locais.Reconhecendo a importância das atividades realizadas nesse sentido pela OINA, destaca a atividade de dezembro de 2011, diante do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), apresentando suas recomendações para o fortalecimento de uma cultura democrática nas Américas, no marco do décimo aniversário da Carta Democrática Interamericana. Considerando que a OINA se faz presente em vinte dos trinta e cinco países membros dessa Organização, e que se encontra registrada como Organização da Sociedade Civil perante a OEA no Chile. Recomenda continuar com esse importante trabalho, não apenas no regionalmente no marco da Organização dos Estados Americanos, mas ampliá-lo também ao contexto da Organização das Nações Unidas, na qual a OINA pode realizar um trabalho de aprofundamento no diálogo da sociedade civil e a convivência dos cidadãos.
 
F) Considerando que a população mundial passou de seis bilhões de habitantes, no ano de 2000, para sete bilhões no final de 2011, e que diante desse crescimento exponencial a capacidade de alimentação e segurança para os seres humanos se faz cada vez mais complexa. Reconhecendo que as zonas de maior densidade populacional concentram-se, principalmente, nos países em desenvolvimento, onde a pobreza e a fome constituem males endêmicos.Recomenda às associações aderentes à OINA que intensifiquem seu trabalho de ajuda social e apoio às classes mais desfavorecidas, com a finalidade de amenizar os grandes desequilíbrios que assolam o ambiente em que se trabalha, aplicando os critérios de subsidiariedade, com base nos quais se possam dar melhor cobertura às necessidades sociais mais próximas de cada uma das associações, considerando a vantagem de que as atividades da OINA se desenvolvem em mais de cinquenta países, distribuídos nos diferentes continentes.
 
G) Recordando a terrível catástrofe natural que afetou o Japão em março de 2011, com dupla vertente de um  terremoto e um tsunami, que devastou em poucas horas grande parte do noroeste do país, provocando, como consequência, um vazamento radioativo na Central de Fukushima.Reconhecendo a necessidade de prever, dentro do possível, esse tipo de catástrofe natural, que dia a dia está se fazendo mais evidente em todo o planeta, o que está colocando em evidência a fragilidade de nosso ambiente. Recomenda ter muito presente, em todas as sedes de Nova Acrópole, os sistemas de proteção e segurança ante tais contratempos, e realizar de maneira periódica simulações de evacuação com o fim de estar alerta ante essas situações de emergência, e colaborar também com outras organizações para criar uma rede de proteção para os cidadãos, nos lugares onde funcionam nossas sedes.
 
H) Considerando que a UNESCO chamou o ano 2012 de Ano Internacional da Leitura, torna-se particularmente apropriado o fomento da arte de ler entre as diferentes camadas da população. Reconhecendo que, pela leitura, os povos avançam por meio do cultivo da cultura até melhores e maiores graus de conscientização de cidadania e humana.Recomenda o fomento da leitura nos diferentes países aderentes à OINA, e a criação de “Clubes de Leitura”, com os quais se pode aproveitar as magníficas bibliotecas que nossas sedes possuem, servindo desse modo, como um estímulo ao conhecimento e dando, além disso, um uso prático e social.
 
 

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